Item adicionado ao orçamento


Qual deve ser o futuro dos motores à combustão no Brasil?

Gostou? compartilhe!

Qual deve ser o futuro dos motores à combustão no Brasil?


Já imaginou poder chegar em casa e “abastecer” seu carro toda noite na própria garagem? Ou por que não, pedir para completar o tanque com hidrogênio? Enfim, ainda que seja difícil prever uma data exata para esse “futuro próximo”, o fato é que projetos e até exemplares de veículos mais sustentáveis já é uma realidade para algumas montadoras.


Em diversos países da Europa, por exemplo, muitos habitantes, montadoras e governos estão cada vez mais convencidos que o uso de carros elétricos, híbridos e movidos a outras tecnologias menos poluentes substituirá a gasolina em poucos anos. Ou pelo menos, reduzir a dependência desse combustível!


E para entender um pouco melhor esse cenário e arriscar alguns palpites de quando e como isso deve ocorrer por aqui, nós trouxemos alguns dados e informações bem interessantes sobre o tema.


Vamos conferir?

Qual o futuro dos motores à combustão?

Em 2018, a União Europeia decidiu estipular um prazo máximo para a produção de veículos com motores à combustão no continente. A ideia é que até 2035 haja um desestímulo das montadoras na montagem desses modelos.
Órgão executivo da UE planeja banir as vendas de veículos poluentes e criar um fundo para que os cidadãos possam comprar modelos mais sustentáveis.


Em contrapartida, os governos e empresas se comprometeram em investir e incentivar a produção de carros elétricos e de tecnologia CDi (carros com injeção direta de combustíveis), visando principalmente reduzir as emissões de gases poluentes na atmosfera.


Por aqui, também já há projetos semelhantes, mas que ainda dependem de aprovação. O Projeto de Lei 5332/20, do deputado Paulo Teixeira, prevê a proibição completa da venda de carros à gasolina e à diesel no país a partir de 2030.


O que já é realidade no Brasil e no mundo?

Mesmo com todas as expectativas e projetos em curso, ainda é difícil prever com exatidão o futuro dos motores à combustão no Brasil e no mundo.


No entanto, não podemos negar que estamos caminhando na direção certa e, como bem destacamos, é só uma questão de tempo para acelerarmos este processo.


Vale lembrar também que o Brasil foi pioneiro na fabricação de carros movidos a etanol no mundo e o uso dos carros Flex é muito mais popular aqui do que em diversos países da Europa.


Hoje, após incentivos e até premiações por parte de governos europeus, a venda de carros elétricos no continente ultrapassou a marca de 1 milhão de veículos ainda em 2018.


Países como Reino Unido, Suécia e Irlanda, por exemplo, chegam a subsidiar 10 mil euros do valor de compra desses carros, o que na conversão para o Real, proporcionaria uma economia de cerca de R$ 60 mil para o bolso do consumido.
Nada mal, né?


Já no Brasil, as medidas e incentivos são um pouco mais tímidas, mas já apontam para um futuro promissor. Alguns estados já isentam os compradores do IPVA e há projetos de lei para a redução do IPI sobre a produção de carros elétricos e de outras tecnologias mais sustentáveis.


E quais as expectativas para o futuro da indústria automotiva?

Visto todos os projetos de lei em curso, iniciativas de montadores e maior apelo do consumidor por sustentabilidade e eficiência, o futuro dos motores à combustão no Brasil é uma tendência factível.


E não que isso seja um projeto de extinguir ou parar de fabricar esses motores. Pelo contrário, a ideia é que novas tecnologias surjam com o tempo e que as atuais se tornem ainda mais eficientes e com menos impactos ao Meio Ambiente.


O que é preciso agora é se espelhar em modelos de sucesso aplicados nos países desenvolvidos, investir em infraestrutura e tecnologia e fomentar o consumo desses produtos por meio de incentivos fiscais, redução tributária e medidas governamentais.


Exemplo prático a ser destacado é o projeto da VW do Brasil, que pretende liderar a fabricação de híbridos flex em países emergentes. A perspectiva é de associar o etanol a motores elétricos e abastecer outros países. África do Sul e Índia - país que decidiu investir no álcool como combustível - são possíveis destinos.


A TEX, por exemplo, já tem experiência e desenvolve soluções para testes diversos em componentes de veículos elétricos, híbridos e com outras tecnologias em território nacional, como circuito de refrigeração das baterias, baterias e módulos eletrônicos.


Temos um compromisso com a qualidade e apostamos também em um Brasil mais moderno, desenvolvido e sustentável nos próximos anos!


Gostou? Então, aproveite para compartilhar o post em suas redes sociais e ajude a difundir essas informações com mais pessoas.


(Imagem: divulgação)



Gostou? compartilhe!