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Desabastecimento de componentes eletrônicos: como evitar esse problema?

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Desabastecimento de componentes eletrônicos: como evitar esse problema?


Muito além do problema sanitário, a atual pandemia tem trazido uma série de impactos econômicos e produtivos para diversos setores, entre os quais, podemos destacar o notório - e recente - desabastecimento de componentes eletrônicos essenciais em torno do mundo.


Isso tem influência direta nas linhas de produção e montagem dos mais variados produtos, desde aparelhos eletrônicos até automóveis, o que tem acarretado em atrasos nas entregas e até na paralização completa dessas indústrias.


Mas afinal, quais as origens desse desabastecimento e como sua empresa pode se planejar melhor para minimizar ou evitar esse problema? É o que abordaremos com mais detalhes a seguir.


Boa leitura!

Por que há um desabastecimento de componentes eletrônicos no Brasil e no mundo?

Ao longo de 2020 e deste ano, diversas empresas ao redor do mundo relataram algum tipo de dificuldade de aquisição de chips no mercado, o que tem acarretado diretamente na disponibilidade de semicondutores essenciais para praticamente todo tipo de eletrônico, como smartphones, eletrodomésticos, computadores e diversas peças no setor automotivo.


As possíveis causas desse desabastecimento de componentes eletrônicos a nível global também são variáveis e os impactos da pandemia são tidos como um dos principais motivos, especialmente, por conta da paralisação de fábricas especializadas no Sudeste Asiático.


Mas além disso, muitos especialistas apontam também para outras raízes do problema, como a falta de insumos suficientes (o que pode ter origem na compra em massa de chips pela gigante chinesa Huawei), greves na Europa, um incêndio de grande proporção em uma importante fábrica japonesa e até mesmo no crescimento repentino da demanda mundial por eletrônicos durante os confinamentos.

E quais os impactos desse desabastecimento no Brasil e no mundo?

Recentemente, a notícia que a Ford deixaria o Brasil ocupou espaço de destaque nos jornais e revistas do país, acompanhada de outras chamadas nada interessantes para o setor automotivo nacional, como paralizações também de linha s de produção da Volks, GM, Mercedes e Audi.


Entre os principais motivos dessas decisões, destaca-se o desabastecimento de componentes eletrônicos essenciais como chips e semicondutores para diversos sistemas em seus veículos.


Mas esse problema não é exclusividade somente do setor automotivo brasileiro. A Nissan e Suzuki também anunciaram paralizações e atrasos em suas entregas na Ásia, assim como a Renault, a Fiat, a Jeep e a Citroën já encontram gargalos e dificuldades para se recuperarem na Europa também.


Além disso, gigantes do setor eletrônico, como Apple e Samsung também tiveram quedas significativas em suas produções pelo mesmo motivo e isso pode acarretar em problemas até então inimagináveis em tempos normais, como escassez de aparelhos no mercado e até atraso no lançamento de novos modelos.

E como evitar o desabastecimento de componentes eletrônicos e equipamentos em sua indústria?

Por mais que a crise atinja empresas a nível global, os efeitos do desabastecimento de componentes eletrônicos podem ser evitados – ou pelo menos – minimizados com planejamento estratégico e com uma boa gestão de fornecedores.


A TEX, por exemplo, principal referência no desenvolvimento de equipamentos eletrônicos para testes de vazamentos em peças manufaturadas no país (o que inclui o setor automotivo) tem se destacado como alternativa eficiente para o problema em questão.


Exemplo disso é que a empresa, além de operar com um grande estoque de segurança de componentes nesse momento, ainda se beneficia por oferecer soluções tecnológicas nacionais, o que permite a engenharia revisar os hardwares rapidamente e disponibilizar equipamentos disponíveis no Brasil para uma reposição ainda mais rápida.


Fora isso, nos últimos meses a TEX foi aprovada pelo MCTIC e FINEP para desenvolver e nacionalizar o sensor de fluxo, um dos componentes em falta no mercado mundial e nacional durante a fase de aquisição de ventiladores pulmonares pelo ministério da saúde para combate a Covid-19. Em 3 meses disponibilizamos os primeiros protótipos para testes e atualmente já são 5 fabricantes nacionais que homologaram nossos sensores para compor seus projetos, e em breve já teremos ventiladores pulmonares com o FlowTex em homologação em ambiente de UTI.


Diferenciais como estes destacam a empresa não apenas como alternativa nacional no atual cenário, mas sim como referência e solução essencial no fornecimento de diversos acomponentes que o mundo inteiro está tendo dificuldades em encontrar.


Quer saber mais e entender como sua indústria pode minimizar os efeitos do desabastecimento de componentes eletrônicos em suas operações? Então, converse com um de nossos especialistas e conheça as soluções da TEX.


(Imagem: divulgação)



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